29 de jan. de 2011

Um pium incomoda muita gente, muitos piuns incomodam muito maissss!

Um ponto super negativo de morar no meio da selva é ter que conviver com várias espécies de "sugadores de sangue".

Hoje vou apresentar a vocês o Pium (ou Borrachudo). Até pesquisei um pouco sobre ele na internet:
"O momento da picada do Pium geralmente passa desapercebido, pois a picada não é muito dolorosa, porém fica sempre marcada por um ponto vermelho característico, diferente da picada dos pernilongos. Rapidamente, após a picada, segue-se uma forte irritação com coceira, dor e inchaço. A reação pode mudar de indivíduo para indivíduo, dependendo do grau de alergia."

Com certeza, quem escreveu esse texto nunca foi picado por um Pium. hihi! A picada dói muitoooo. Dá pra sentir o safado bem na hora que ele está se aproveitando do nosso sangue.

Acho que agora estamos na época do Pium, porque praticamente todos os dias levo uma picada. Quer dizer... agora estou mais esperta e já acordo passando repelente (às vezes também não adianta). Ou então tomo logo banho pra passar óleo séve da Natura. Fiquei sabendo dessa dica pela menina que trabalha aqui em casa. Ela já mora aqui há anos e disse que eles não conseguem picar quando a pele está oleosa.

Na foto abaixo, vocês podem ver algumas das picadas que levei com a "marca do ponto vermelho característico". Todas na mesma hora... acho que foi um pium só! Eles adoram ficar embaixo da mesa do meu computador.
Foto 1: parte externa da coxa. Foto 2: no meu pé esquerdo (eles adoram a minha sola). Foto 3: um dos meus joelhos.




Aqui acho que dá pra ver melhor...
A primeira foto foi do mesmo dia das anteriores, no meu pé direito.... Ai! como coça...
A segunda foto foi do dia seguinte... poxa... outro pium me picou bem pertinho da picada antiga!
:(
Agora parece que levei uma dentada de vampiro! hihihi!
Já tem uns 15 dias dessa picada e até hoje ainda estou marcada com estes 2 pontinhos.



Outro dia eu estava no computador... esqueci de passar o repelente e bingoooo!
2 picadonas na perna e 1 na canela. Na picada da canela, eu senti o safado me sugando e plaft! Dei uma mãozada!!
Foi bom, porque queria mostrar pra vocês que todo esse estrago é causado por um bichinho bem pequenininho...
O Pium é bem menor do que a ponta do meu lápis... E ele não parece uma mosquinha??






14 de jan. de 2011

Come até pedra!

Eu sempre gostei de desenho animado, mas por coincidência, só assisti "Bolt Supercão" depois que a Francis chegou aqui em casa.
E por isso, o filme se tornou mais engraçado, muitas coisas que passaram no filme eu vejo acontecer todo dia aqui em casa.

Vou dar uma resumida na história do filme e vocês entenderão porque eu tô falando do Bolt e não diretamente da Francis (ainda!):
Bolt é um cão artista, ele é estrela de um seriado de ação. Mas o detalhe principal é que ele foi criado dentro do estúdio desde o dia que nasceu... Assim ele acredita que realmente é um cão com super poderes e que precisa defender sua dona dos perigosos vilões que querem caçá-la.
Porém um dia, ele foge do trailer onde vive e cai no "mundo real". Ele vai parar em Nova Iorque e conhece um hamister que é seu maior fã (e que também acredita que ele é super de verdade) e uma gata de rua, que mostra a realidade pro Bolt, que ele é apenas um cachorro ator. Olha os personagens aqui embaixo:


Uma das coisas que a gata ensina ao Bolt é como conseguir comida... Ensina como fazer carinha de cachorro faminto para os humanos...
Mas o que liga o filme a minha linda cachorrinha, é a cena em que eles estão tentando voltar pra Hollywood dentro de uma casa volante e a gata mostra ao Bolt onde está a sua tigela de comida. Bolt olha ao redor e não vê tigela nenhuma. A gata ri e diz que ele está pisando nela, diz que o chão é a tigela de todo cão.
Aí, entra a Francis... hauhauhau!
Tudo que está no chão, serve de aperitivo. Gente, ela come até pedra... hihihi! Tá... ela não chega a engolir, mas muitas vezes eu escuto um barulhinho de "roe, roe" e corro pra abrir a boca dela. Na hora, essa sapeca, deixa a boca toda mole e de dentro cai uma pedrinha! hihihi!
Outro dia consegui tirar uma foto. Ela tava com a pedra na boca, mas assim que me viu, inteligente que é, largou no chão! Olha a cara dela de "quem fez besteira".


Ela come de tudooooo!
Mas o prato preferido são insetos... Formigões e mariposas são os preferidos.
Quando a dona Marta (a moça que me ajuda a limpar a casa) começa a varrer as janelas e a parte de fora, eu tenho que ficar segurando a Francis, porque ela fica querendo comer todas as mariposas que caem (é... aqui tem bastante bicho).


A unica coisa que eu fico feliz quando ela come (sem ser a ração, claro) são as cigarras que aparecem por aqui de vez em quando.
Aiiiiiiii! Me põe do lado de uma cobra, mas não me põe junto com uma cigarra!! Morro de medo...
Tá... podem rir e me chamar de louca, mas é incontrolável!
ODEIO, tenho trauma desde o dia que passei embaixo de uma árvore e um desses "monstros" caiu na minha cabeça, embolou no meu cabelo e começou a cantar!! aiiiiiii!
E elas parecem que sabem que eu tenho medo... mesmo com tela aqui em casa, elas entram, não sei como!
Olha essa foto: veio a família inteira...mãe, pai e filho!
Lógico que usei todo o 20x do zoom da máquina, né? Não chego nem perto!!
Enfim...elas também fazem parte do esquisito cardápio da Francis.


Anteontem, estava lavando a louça e vejo a minha cachorrinha bem concentrada na geladeira. Percebi que ela queria atacar uma linda borboleta. A Francis olhou, olhou, acho que estava calculando a altura, e deu um pulão... mas a borboleta tem asas, né? hihihi! E se safou!



Mas, tem um inseto que ela cisma em comer que é MAU!!
É a Caba... No Sudeste, a gente chama de marimbondo...
Aqui em casa já teve ninho (dentro do buraco do ar condicionado antigo) e algumas ainda teimam em ficar aqui pela varanda. Acabei de matar umas 12 com o inseticida. O bom é que com uma "flitada" só eles morrem, ficam tipo bêbados!
Eu morro de medo de levar um picada desse cara... Incha demais, mesmo quem não tem alergia! E dóóóói!!



Mas a Francis não tem medo, não... E eles devem ser uma delícia porque ela adora, só que às vezes ela se dá mal!
Pela segunda vez, ela leva uma picada na boca enquanto tenta devorá-los.


Dá uma peninha, né??
No dia da picada (quando o inchaço é maior) eu tirei a foto já pensando em colocar aqui pra vocês verem. Mas hoje, quando estava anexando as fotos, percebi que como vocês não convivem o tempo todo com ela, talvez não achassem diferença. Então peguei a câmera, chamei minha filhote e não é que ela posou direitinho pra mim (na segunda tentativa saiu assim)!! Ficou quase igual o antes e o depois, né? A não ser pelo inchaço! huahuahau!
A primeira foto foi no dia 12/01 e a segunda hoje de manhã.
Ah... e aqui uma fotinho da ferida... ficou feio... até hoje ainda está com uma marquinha! Vocês conseguem ver?









10 de jan. de 2011

Fronteira com a Bolívia

Como muitos já sabem, estamos morando na fronteira do Brasil com a Bolívia desde o mês de março/2010. Morando em Guajará Mirim ou em Forte Príncipe da Beira (Costa Marques), a Bolívia fica bem pertinho.

Abaixo vocês podem ver o mapa de Rondônia.
Quando morávamos em Guajará, o Rio Mamoré nos separava da cidade de Guayaramerin. Hoje o Rio Guaporé nos separa da cidade de Buena Vista.



Essa foto é pra mostrar como realmente estamos perto. As duas fotos foram tiradas sem zoom.
Na de cima, vocês podem ver, ao lado esquerdo da cabeça do Hermani, Guayaramerin.
Na de baixo, Buena Vista (que de bela não tem nada).


Hoje estamos mais perto da Bolívia do que antes.
Para chegarmos lá, utilizamos do serviço de voadeira (esse barquinho aí embaixo).
Essa foto foi tirada no porto de Guajará. Lá tinha bilheteria bem arrumadinha, era obrigatório o uso de colete salva vidas, tinha limite de quantidade de passageiros. Tudo bem organizado.
O percurso era de aproximadamente 8 minutos.

Essa foto foi tirada no porto em Costa Marques. Quando vi, comecei a rir e saquei a máquina pra registrar. Mas a minha alegria acabou quando vimos que era a única voadeira pra atravessar pra Buena Vista! hauhauhau! Eu já tinha achado um pouco desorganizado já na hora de pagar o bilhete. Não tinha bilheteria, somente um senhor sentado com uma gaveta no colo cheia de dinheiro, estilo aqueles caras de banquinha de jogo de bicho.
Mas uma voadeira esburacada já era demais, né?


Enfim... chegamos são e salvos depois de 2 minutos de "viagem".
Mas não fiquem pensando que vamos pra Bolívia pra passear nem pra ver ponto turístico. Lembrem-se que estas cidades também são de selva, só que da Bolívia.
Logo a única coisa que temos pra fazer lá é "torrar dindin". Como os produtos são isentos dos altíssimos impostos brasileiros, vale a pena comprar algumas coisinhas.
Agora olhem a diferença entre as duas cidades: a primeira foto foi em Guayaramerin. É praticamente uma extensa rua com lojas dos dois lados.

Já Buena Vista, são palafitas (por causa do rio, que sobe e desce ao longo do ano) somente.

Por dentro das palafitas: é um longo corredor com "lojas" dos dois lados também. Agora, não me perguntem como é o resto da cidade que eu não sei. De repente o "corredor" acabou e demos meia volta.



Essa foto é pra vocês imaginarem como o rio sobe na época de chuva (que já começou, tá chovendo todo dia). Quando está cheio, só se vê poucos degraus.





O que eu acho legal aqui da região é que quem nasceu aqui, geralmente adora e não quer sair nunca do Norte. O povo é feliz sobrevivendo do rio.
Momentos depois que eu tirei a foto, eles me deram "tchauzinho". Acho isso tão bonito... essa simplicidade!



E pra quem não é daqui tudo é novidade, né? Até porque se não fosse, esse blog não existiria.
Então: na volta pro Forte, na estrada, cruzamos com vários peões, fazendeiros, ao certo não sabemos o que eram. Fiquei imaginando que eles estavam indo pra algum encontro em algumas das grandes fazendas que tem por aqui.
O engraçado é que o Hermani reduzia pra não passar por cima deles e quando a gente passava do lado, todos, sem exceção, olhavam pra dentro do carro. Acho que pra ver se conheciam a gente, sei lá... Alguns acenaram, alguns deram sorrisos, alguns tiraram o chapéu...











6 de jan. de 2011

Nossa fazenda!

Muitas vezes brinco dizendo que estamos morando em uma fazenda. Realmente essa é uma daquelas brincadeiras que tem um fundo de verdade...

Hoje vou mostrar a vocês um pouquinho do que temos aqui no PEF!



Começando pela Horta!
É... o negócio aqui é super organizado! hihi! Plaquinhas de madeira, sempreee! Aproveitando a matéria prima do local!







Temos temperos, verduras, legumes e frutas.
Além destes da foto, temos: alface, beringela, cebolinha, maracujá, carambola e outros.



Ah!! Também tem ervas medicinais: anador, dipirona, babosa, cidreira e por aí vai!


Tudo isso é utilizado no pelotão.

Agora, sobre o pomar! hihi! Se juntasse todas as árvores frutíferas que tem por aqui dava um pomarzão!
Este é o pé de jaca que fica bem no centro do PEF. Anteontem vieram oferecer aqui em casa pq estão caindo de maduras. O Hermani comeu e ainda tem um monte na geladeira (eu não gosto).



Coqueiros é o que mais tem por aqui!
Este está localizado bem em frente a minha casa. Na verdade são um par de coqueiros, mas esse estava mais bonito que o outro!
Tá carregado também...





Bem colado ao muro da minha casa tem um par de pé de graviola (será q é esse nome mesmo?).
As graviolas já estão até caindo...





Essa goiabeira fica dentro do meu quintal, bem em frente a garagem! A Francis fica se deliciando com as goiabas que caem do pé, geralmente em dias que chove muito!!





Pelo PEF e em outras casas temos outros pés... Tem laranjeira, mangueira, limoeiro! Eu acho isso o máximo!

Uma vez, reunimos as esposas pra fazer compras em Costa Marques (cidade a 40 minutos de carro, onde tem comércio e etc). O Hermani queria muito tomar suco de manga e recomendou que eu comprasse, mas não é sempre que encontramos o que queremos no mercado (lembrem-se: estamos na fronteira do Brasil). Logo não tinha manga...
Para minha surpresa, no meio do caminho de volta, avisto uma mangueira totalmente carregada e várias mangas no chão. Não pensei 2 vezes, dei meia volta e "bora catar manga".
Não me arrependi nem um pouquinho!! O suco ficou MARA, bem docinho!


Agora, os animais. Não é só insetos que tem por aqui não... Temos a pocilga com porcos bem roliços!


E várias ovelhinhas que vivem passeando em frente à minha casa.
No dia que tirei essa foto fiquei com um pouco de medo... hihi! Tá... eu sei que elas não iam fazer nada comigo, mas elas me olhavam estranho!
Até chamei o Hermani pra ver como elas olhavam fixamente, como se fossem atacar, e ele "nem tchum"... disse que elas tinham mais medo de mim do que eu delas.



E não é que era verdade... foi só a Francis começar a latir que elas se puseram a correr!


Mas antes, eu tive o privilégio de conseguir bater esta foto!
Ô naturezaaaa!

28 de dez. de 2010

Insetos

Outro dia estávamos nos arrumando pra jantar no clube (no quarto, no ar condicionado) e assim que chegamos na sala eu levei um susto!
Tinham vááárias formigas voadoras...Parecia até praga!




Mas quando passamos a porta pra varanda (onde a luz estava acesa) que vimos realmente o que nos esperava!



Consegui tirar uma de pertinho pra vocês verem os detalhes delas!
Eu odeio estes bichinhos!! Eles cismam em pousar na gente, incrível!!
No clube, tinham muitos mais, mas a máquina ficou em casa e eu não tirei foto [ :( ]. Mas pra vocês imaginarem, eu me senti dentro de uma tela daquelas que apicultor manuseia, que quando eles puxam cada telinha tem milhares de abelhas andando...senti isso porque o clube é todo telado e as formigas (a grande maioria) ficaram por fora.




Com a animação da noite, acabei até esquecendo delas...
Quando cheguei em casa, olha o que eu vi na área:



Muitas e muitas no meu lençol que estava pra secar!! Ah que ódioooo!
Quem se deliciou foi a Francis... Fiquei dias e dias vendo formigas mortas no cocozinho dela!! hihihi!


Agora, diretamente da selva, a barata azul!!




Esse é conhecido, né?? achei ele tão lindo! Parecia uma folhinha...




Essa foto agora é pra mostrar que nem todos os insetos são bonzinhos ou inofensivos. Um dia, eu estava aqui em frente de casa, que tem um gramadinho. De repente senti uma coceirinha e olhei meu joelho. Parecia uma picada de mosquito, porém, logo depois, o joelho começou a inchar e inchar!
É o esquerdo de vocês...



O pior foi depois. O inchaço diminuiu muitooo, mas ficou dolorido (que nem dor de roxo, sabe?) por mais de 3 dias.
Já sabem que eu não paro mais em cima da grama, né? O pior que eu nem sei a cara do inseto que fez isso!





22 de dez. de 2010

O Monstro do cano

2Antes de chegar no PEF, todas as pessoas que já tinham vindo aqui me faziam a constante pergunta: "E você? Tá preparada?". Depois da quarta pessoa me questionando isso, resolvi perguntar: "Tô, por que?". E a resposta também era padrão: "ah, lá é muito bom, super calmo, seu marido vai estar sempre pertinho de você, mas é afastado e... tem os bichos, né?"

Para que eu imaginasse a quantidade de insetos, exemplificaram: "as esposas lá, se visitam de carro.". Gente... vocês viram que a distância de uma casa pra outra é mínima...
Eu não sei se a gente deu sorte ou se os bichos foram com a nossa cara, mas até agora eu não vi a "nuvem" de mosquitos que o povo falou! O Hermani diz que é porque ainda não estamos na "época".



Enfim, essa era só a introdução. Esse post é pra contar uma história que não é minha, mas sim da minha amiga carioca Gabi.


Outro dia, estávamos reunidas na cozinha da Gabi promovendo um rodízio de pizzas... Fazendo as massas, os recheios... que por sinal, ficou uma delícia!












Enquanto a gente dava a vida às pizzas, conversa vai, conversa vem, escutamos um barulho vindo da área de serviço. Um barulho característico de um bode gripado...um "béééé", só que super grave, tipo um "boooééé" (queria tanto que você sconseguissem imaginar o jeito certo). Automaticamente, todas nós olhamos pra fora, esperando que um dos bodes aqui do PEF estivesse no quintal (na verdade, EU esperava que ele estivesse no meu cangote, de tão alto que foi o barulho). Mas não tinha nenhum bode ali...



Olhamos com cara de ??? pra Gabi e ela muito tranquila disse: " Vocês escutaram?? Ih, gente, não liga não... é a minha máquina de lavar."






Todas se conformaram e continuamos na arte de cozinhar... De repente, novamente, o barulhão... Aí começamos a analisar: eu perguntei se tinha algum padrão de intervalo do barulho (se acontecia em determinada etapa da lavagem) e a resposta foi não, até porque a máquina estava desligada... na tomada e tudo.
Parênteses: A Gabi tem agonia de bichos. Na casa dela já apareceu aranha, cobra, sapo e ela não está gostando nada disso!
Eu e a outra Gabi (é... somos poucas famílias e temos 3 Gabis... hihihi) começamos a olhar a máquina de perto (demos um tempo nas pizzas, para desvendar o mistério) e a dona da máquina: "Gente, desde o primeiro dia que eu liguei a máquina tem esse barulhão. até o meu marido escutou... ele que descobriu que era a máquina."
Mas não caímos nessa história... Vimos que ao lado da máquina, na parede, tem um cano para saída da água, mas que a Gabi não estava utilizando. Pronto... tinha algum bicho ali dentro! Mas a Gabi (morrendo de medo) insistia que era a máquina.


Mas as dúvidas não cessaram: seria um sapo? seria um morcego? a única certeza é que não era a máquina!
Voltamos para as pizzas, já que o "monstro do cano" (assim denominado pela dona da casa, agora quase convencida de que realmente era um bicho, afinal, "o que os olhos não vêem, o coração não sente") não deu mais as caras, quer dizer, "as vozes". Mas... continuamos atentas.
Conversa vai, conversa vem. na hora que a Gabi falou um pouco mais alto, o "monstro" recomeçou a sua lamúria e tivemos certeza que vinha do cano. Provavelmente o som ficava alto por causa do eco, sei lá.
Mais tarde o marido da Gabi chegou e ela toda emocionada e medrosa foi contar a grande descoberta: "Tem um bicho no cano." E ele: "ah... o sapo?" A Gabi se mostrou surpresa: "Meu filho, você não tinha dito que era a máquina?????" ele ficou gago, nós rimos e a Gabi finalmente se desesperou!! Hehehe!



E, pra finalizar, logo depois apareceu a Raquel pra nos ajudar. Ela é a única, das antigas famílias, que vai ficar este ano conosco. Contamos tudo a ela, ainda rindo das caras e bocas da Gabi e da sua teoria da máquina. E antes que chegássemos ao fim da história, ela diz: "Ah é? Tem um bicho aí dentro, mas ninguém nunca viu, a antiga moradora achava que era um sapo."
Pronto, tudo confirmado!! Na verdade, não foi ele que invadiu o espaço da Gabi, e sim ela o dele. Afinal, que chegou primeiro? hihihi!


À noitinha, todos juntos, comemos pizzas deliciosase rimos mais um pouquinho da história do "monstro do cano"!!



hummmmmmmmmmmmm!!




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